PAG.

DO AUCTOR . . . . . . . . . . . . . . . 7

I--Amanhã os negocios sérios . . . . . . 9

II--Alexandre . . . . . . . . . . 11

III--Audacia, ainda audacia e sempre audacia . 19

IV--Delicias de Capua . . . . . . . . 21

V--Disse eu alguma tolice? . . . . . . . 23

VI--Arca de Noé . . . . . . . . . . 24

VII--Queimar não é responder . . . . . . 25

VIII--Caim, que fizeste de teu irmão? . . . . 26

IX--Do Capitolio á rocha Tarpeia só ha

um passo . . . . . . . . . 27

X--Catão . . . . . . . . . . . . 29

XI--Cezar . . . . . . . . . . . . 30

XII--Estava escripto . . . . . . . . . 40

XIII--Conhece-te a ti proprio . . . . . . 41

XIV--As joias de Cornelia . . . . . . . 42

XV--Cresus . . . . . . . . . . . 43

XVI--Dôr, tu não és um mal . . . . . . . 44

XVII--Egéria . . . . . . . . . . . 46

XVIII--Mais uma victoria como esta e estamos

perdidos . . . . . . . . . . 47

XIX--Espada de Damocles . . . . . . . 49

XX--O prato de lentilhas . . . . . . . 51

XXI--E eu tambem sou pintor! . . . . . . 52

XXII--Estrella dos Reis Magos . . . . . . 53

XXIII--E, comtudo, ella gira! . . . . . . 54

XXIV--Virtude, não és mais que um nome . . . 56

XXV--Festim de Balthazar . . . . . . . 57

XXVI--Forcas caudinas . . . . . . . . 59

XXVII--Irmão é preciso morrer . . . . . . 61

XXVIII--Cahir com graça . . . . . . . . 62

XXIX--Hippocrates diz sim, Galiano diz não . . 63

XXX--É muito tarde . . . . . . . . . 64

XXXI--Não ha grande homem para o seu creado

de quarto . . . . . . . . . 66

XXXII--Cantam, elles pagarão . . . . . . . 67

XXXIII--Perdi o meu dia . . . . . . . . . 68

XXXIV--Amo Platão, mas amo mais a verdade . . . 69

XXXV--Achei!--Eureka! . . . . . . . . . 70

XXXVI--Eu desejaria não saber escrever . . . . 72

XXXVII--Linguas d'Esopo . . . . . . . . . 73

XXXVIII--Lanterna de Diogenes . . . . . . . 75

XXXIX--O mestre o disse . . . . . . . . 76

XL--O rei é morto, vive o rei! . . . . . 77

XLI--O estado sou eu! . . . . . . . . 78

XLII--Alavanca d'Archimedes . . . . . . 79

XLIII--Magdalena . . . . . . . . . 80

XLIV--Casa de Socrates . . . . . . . . 81

XLV--Desgraça aos vencidos! . . . . . . . 83

XLVI--Manto de Joseph . . . . . . . . 84

XLVII--Mario sobre as ruinas de Carthago . . . 85

XLVIII--Subir ao Capitolio . . . . . . . 86

XLIX--Onde não ha el-rei o perde . . . . . 88

L--Onde se vae aninhar a virtude? . . . . 89

LI--Perdoae-lhes, meu Pae, não sabem o

que fazem . . . . . . . . . 90

LII--Lavar as mãos como Pilatos . . . . . 91

LIII--O que não peccou, atire a primeira pedra 93

LIV--Tres linhas escriptas e eu farei enforcar

quem as escreveu . . . . . . 94

LV--Quem te fez conde? Quem te fez rei? . . 96

LVI--A Cezar o que é de Cezar a Deus o

que é de Deus . . . . . . . . 97

LVII--Salto de Leucade . . . . . . . . . 99

LVIII--Se é possivel, está feito; se é impossivel

se fará . . . . . . . . . 100

LIX--Terra promettida . . . . . . . . . 102

LX--Thebaida . . . . . . . . . . 103

LXI--Desça o panno acabou a comedia! . . . . 105

LXII--Tudo é perdido, menos a honra . . . . 106

LXIII--Trombetas de Jericó . . . . . . . 108

LXIV--A tunica de Christo . . . . . . . 109

LXV--Um imperador deve morrer em pé . . . . 110

LXVI--Vendilhões expulsos do templo . . . . 111

LXVII--Gritar no deserto . . . . . . . 112

LXVIII--Zoilo . . . . . . . . . . . 113

LXIX--Aspasia . . . . . . . . . . . 114

LXX--Babylonia . . . . . . . . . . . 116

LXXI--Incendiar os seus navios . . . . . . 117

LXXII--Os ultimos romanos . . . . . . . 119

LXXIII--Faça cabelleiras, mestre André . . . . 120

LXXIV--Fé do carvoeiro . . . . . . . 122

LXXV--Ha juizes em Berlim . . . . . . . 123

LXXVI--Judas--Beijo de Judas . . . . . . . 126

LXXVII--Pragas do Egypto . . . . . . . . 127

LXXVIII--Não toqueis na rainha . . . . . . . 128

LXXIX--O ovo de Colombo . . . . . . . 130

LXXX--Waterloo . . . . . . . . . . . 133

LXXXI--Templo de Jano . . . . . . . . . 136

LXXXII--Estatua de Nabuchodonosor . . . . . 137

LXXXIII--Sepulchros do Evangelho . . . . . . 139

LXXXIV--Isso que prova? . . . . . . . . 141

LXXXV--Manná . . . . . . . . . . . 142

LXXXVI--Annel de Gyges . . . . . . . . . 144

LXXXVII--Honni soit qui mal y pense . . . . . 146

LXXXVIII--Mal com el-rei pelos homens e mal

com os homens por el-rei . . . . . 147

LXXXIX--Bandeira da Misericordia . . . . . . 148

=Biblioteca do Lar=

=Henry Ardel=

Um conto azul

Caminho em declive

Fogo mal extinto

É preciso casar o João!

A alvorada

Uma aventura imprudente

A divina canção

A noite desce

Eva e a serpente

=B. Jeanroy=

Historia Pitoresca: Palavras e frases celebres · 第 117 / 128 题