Morte de D. Agostinho.
Noivos (Os) (2 vol.).
Nossa (A) gente.
Sallustio Nogueira (2 vol.).
Amor Divino.
Famoso Galrão.
Ao sol e á chuva.
Grande (A) Chimera.
Notas:
[1] Não é da auctora a idéa inicial d'esta lenda. Encontrou-a de certo
n'um magnifico livro do conde de Résie, intitulado «_Historia e tratado
das sciencias occultas_.»
O livro em que fallo é um optimo archivo de todas as tradições européas.
Ha alli thesouros de poesia! Traduzo litteralmente o periodo, que me
suggeriu a idéa d'este conto. É o seguinte:
«Nas costas do Baltico estava outr'ora situada uma egreja, que alguns
impios profanaram um dia, e que com elles se sepultou no mar. Quando
está socegada a noite, ouvem-se ainda esses desgraçados cantar soluçando
os psalmos da penitencia; e vêem-se brilhar atravez das ondas
tranquillas os cyrios que accendem no altar, junto do qual estão
condemnados a chorar até ao fim do mundo.»
E nada mais.
Como vêem, estava tudo por fazer. Mas a idéa era extremamente poetica e
prestava-se a um grande desenvolvimento. Pena foi que a não deparassem
escriptores como o auctor das _Lendas e Narrativas_, ou como esse poeta
da prosa portugueza, que soube dar tão esplendido colorido á _Lenda do
castello de Santa-Olaia_. Emfim o conto ahi está, bom ou mau; e com esta
nota fica em repouso a minha consciencia litteraria.