É isto confirmado por Magalhães de Gandavo, o primeiro escriptor
portuguez, que escreveo uma historia regular do Brasil em 1576.
Este amigo de Camões recorda a expressão indigena de que se serve o padre
Ivo, porem não partilha sua opinião, antes crê ser o ambar um producto
vegetal formado no fundo do mar. O que é certo é, que nos seculos XVI
e XVII o encontro, quasi sempre casual, de enormes pedaços de ambar,
arremeçados pelas ondas em praias não exploradas, enriqueceo muita gente.