Suspira o vento no alamo frondoso;
As aves soltam matutino canto;
Late o lebreu na encosta, e o mar sussurra
Nos rochedos da concava bahia:
Eis o ruido de ermo!--Ao longe o negro,
Insondado oceano, e o ceu ceruleo
Se abraçam no horizonte: immensa imagem
Da eternidade e do infinito, salve!