NOTAS

[1] Alterou-se este plano; só se tracta por agora do _Romanceiro_.

[2] Dez annos são passados e a promessa nem commeçou a cumprir-se (1853).

Suppomos o A. receioso de arrostar com a audaciosa responsabilidade de

historiador contemporaneo.

[3] Serviu de prefacio á primeira ed. de Londres no anno de 1828.

[4] O Sr. Duque de Ribas, bem conhecido na Europa hoje, tomou para

epigraphe do seu _Moro-esposito_ este paragrapho da presente carta:

não me desvanece por mim, mas dá-me gôsto que precedessemos os nossos

vizinhos na restauração da poesia popular das Hespanhas. _Ed. de 1843._

[5] É o do Bernal Francez, n’este vol.—Vid. tambem o vol. II, pag. 121.

[6] É o pensamento que agora se realiza.

[7] O auctor esteve por espaço de tres mezes preso sem mais pretexto que

o de ter tido parte em uma publicação censurada e impressa com todas as

licenças necessarias. Não foi preso o censor, nem prohibida a publicação,

nem no fim de tres mezes se achou materia de culpa! _Ed. de 1828._—O

jornal era o Portuguez, cuja moderação em doutrina, e urbanidade em

estylo ainda não foram imitadas. _Ed. de 1843._

[8] Está a pag. 101 do II vol. do ROMANCEIRO, liv. II, part. I, rom. 8.

[9] Corrigiu-se comtudo agora ésta carta para a presente reimpressão,

porque escripta muito á pressa em Londres logo ao chegar de Portugal, não

tinha agora essa desculpa, que então podia valer. _Ed. de 1843._

[10] Ruinas de fortificações antigas em Campolide. Vid. notas no fim.

[11] Aqueducto das aguas livres.—Vid. notas no fim.

[12] Vid. ROMANCEIRO, liv. II, part. I, no tom. II, pag. 135.

[13] Vid. loc cit. a nova traducção por M. Adamson, LUSITANIA ILLUSTRAT.,

part II. Newcastle 1846. Ésta segunda versão ingleza vem a pag. 142 do

referido II vol. no ROMANCEIRO. E a pag. 151 ibid. a traducção castelhana

do Sr. Isidoro Gil, já tam conhecida e appreciada entre nós.

[14] Vid. a introducção ante, pag. 94.

[15] Vigia.

[16] Vid. nota no fim.

[17] Fe, fee, fei. Vid. nota no fim.

[18] Pé, pee, pei. Vid. nota no fim.

[19] Vid. nota no fim.

[20] Minstrelsy of the Scottish border etc. by Sir Walter Scott, mihi,

ed. de Paris 1838—2 vol. pag. 125.

[21] Vej. no livro II, part. I, o romance XIII, _Claralinda_, pag. 219 do

2.º vol.; e na part. II, o romance XVIII, _Conde Nillo_, pag. 19 do 3.º

vol.; ibid. o romance XX a _Peregrina_, pag. 35, etc.

[22] _Poèsie des Troubadours_, tom. VI, pag. 385.

[23] Ap. Sanchez, tom I, pag. LVIII.

[24] Le manuscrit du _Cancioneiro_ date du XIII siècle et les pièces

qu’il contient semblent plus anciennes. Il a été publié à Paris en 1823

par Sir Ch. Stuart of Rothsay et tiré seulement à 23 exemplaires, dont

aucun n’a été mis dans le commerce. Vid. a nova ed. do Sr. Varnhagen,

Madrid 1851.

[25] Pag. 339, note 1.

[26] Vid. ante, pag. 164 d’este I do tomo do ROMANCEIRO.

[27] Vid, ibid.; e tomo II do MINSTRELSY etc. de Sir. W. Scott.

[28] Note pour la traduction

[29] Jornal das Bellas-artes, Lisboa 1845, vol. I.

[30] Mr. Zanole que foi depois, em 1848-1849, addido á legação franceza

na China.

[31] ILLUSTRAÇÃO, vol. II, n.º 5, 1 de Agosto 1846.

Romanceiro I: Romances da Renascença · 第 145 / 209 题