«... Jorge Castello Branco, o infeliz primogenito de Camillo.»
Apezar de ser o primogenito, foi baptisado, quando já tinha quasi dois
annos de idade, no mesmo dia que seu irmão Nuno, a 6 de janeiro de 1865.
Se o leitor folheou alguma vez _Os amores de Camillo_, lá deve ter
encontrado, a pag. 344, a noticia d'este duplo baptisado que se
effectuou no Porto.
Mas Antonio de Azevedo contou-me ultimamente um pormenor, que é
interessante.
Ao jantar d'esse dia, em casa de Camillo na rua do Almada, assistiram as
mesmas pessoas que tinham ido á egreja; Custodio José Vieira, notavel
jurisconsulto; o Bastos, do _Nacional_; Antonio de Azevedo; e um
procurador portuense, cujo nome não lembra.
Durante o jantar apenas se bebeu champagne e cognac.
Seguiu-se um serão alegre, cheio de engraçados episodios e imprevistos
sainetes.